Tópico 1
A importância do bem estar do cônjuge precisa estar baseado no Amor (1Cor 13:4,5,6,7) em comprometimento mútuo e harmonioso (através da confiança, diálogo, e acima de tudo a Presença de Deus), Digo: Que a primeira e única fonte de sobrevivência expressado como prova do Amor de uma pessoa em relação a outrem, é o exercido ocorrido na prática como Deus o fez para nós ao oferecer Cristo por nós (Joao 3:16). A aplicação do Amor precisa ser em todo tempo, descobrindo e redescobrindo, as necessidades da pessoa amada, com o propósito de fazê-la feliz, pois quem tem o Amor no coração, e tem Deus na vida já é uma pessoa Feliz, pois acreditou no verdadeiro Deus (João 7:38), Nele qualquer relacionamento flui para o bem. A Confiança é importante ter entre o cônjuge, pois não podemos ser apegados a desconfiança, pois nem tudo poderemos controlar, ou seja, confiaremos as cegas, mas sim precisam confiar em Deus, pois só Ele pode guardar a unidade do casal, pois tem hora que o nosso trabalho é vão neste quesito (Sl 127:1), pois se não agirmos assim, surgirá o ciúme doentio e possessivo. O diálogo é importante onde duas pessoas diferentes, expõe seus ideais para um bem comum, pois se não houver acordo é impossível andarem juntos (Am 3:3).
Tópico 2
Aquele(a) que quer ter um companheiro ou uma companheira, precisam colocar em prática a renúncia (Mt 16:24). Pois sem a qual é impossível dar certo tal relacionamento, pois um será beneficiado e o outro será prejudicado, sendo que um depende do outro (1Cor 7:3,4,5). Duas pessoas diferentes vivendo debaixo do mesmo teto, surgirá algumas divergências, precisamos dar tempo ao tempo (Ec 3:1) para que assim possa ocorrer mudanças em tempos propícios, não podemos forçar ninguém a mudar, mas se ajudarmos a carregarmos a carga um do outro (Gl 6:2), tudo se completará, desde que suportamos semelhantemente o que Cristo suportou por nós (Hb 12:3), quem pede perdão (Sincero) reconhece de que fez o errado, e quer procurar em fazer o certo, pois ninguém é perfeito, e se dissermos que somos perfeitos estamos mentindo para nós mesmos (1 João 1:8); e a prática do perdão entre os cônjuges por causa de suas divergências, abrirá a oportunidade de caminhos mais excelentes, pois é necessário existir isto entre eles (Col 3:13).
Tópico 3
A maturidade de um casal e vivendo o verdadeiro ideal do mesmo, se é identificado pela a mutualidade, ou seja, nunca mais serão dois, mas sim uma só carne (Mc 10;7,8) o que é de direito em todas as áreas de um, é também de direito do outro na sua ação recíproca, assim como Deus o é em Cristo em unidade (João 17: 10, 21,22,23,24). Se entendermos que um pertence ao outro e se completarem de verdade, nunca farão mal um para com o outro, mas sim haverá uma correspondência para o bem comum entre eles, para terminar até nas decisões erradas entre eles a culpa é dos dois, e os dois precisam entrar em acordo mútuo para resolver seus problemas. Bom estudo! (Amós 3:3).
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